A origem do projeto
O Jogo da Consciência nasceu observando mulheres fortes demais pra pedir ajuda.
Mulheres que amam até se esgotar, que cuidam de todos, mas não sabem o que fazer quando a dor é delas. Aquelas que se mantêm em pé enquanto tudo em volta desaba, porque alguém precisa estar firme, e esse alguém sempre são elas.
O projeto nasceu desse silêncio. Da vontade de criar meios simples, práticos e humanos pra que o cuidado voltasse a ser possível, mesmo pra quem não tem tempo, dinheiro ou espaço pra parar.
Aqui, a psicologia contemporânea se transforma em linguagem viva.
Em gestos que cabem no dia a dia, em pausas pequenas, em rituais simbólicos.
Não é terapia. São ferramentas criadas por uma psicóloga que acredita no poder do sentir, e que tornam o cuidado mais leve, mais possível, mais real.
Não é sobre entregar respostas, mas sobre oferecer caminhos que facilitem o encontro com aquilo que, às vezes, a gente tenta evitar. É um convite pra se escutar antes de acreditar que precisa se consertar.
São cartas, baralhos e experiências criadas pra quem quer se dar voz.
Pra quem deseja cuidar do que sente sem precisar se endurecer pra suportar.
Pra quem quer voltar a se acolher, mesmo que aos poucos, mesmo sem saber por onde começar.
O Jogo da Consciência é sobre isso.
Sobre lembrar que cuidar de si não é luxo, é sobrevivência.
E que, às vezes, o primeiro passo pra se cuidar é apenas reconhecer:
“eu também preciso ser cuidada.”